Microscópio de platina fixa para pesquisas em eletrofisiologia

 

Microscópio vertical ideal para experimentos de eletrofisiologia

O Eclipse FN1 da Nikon é um microscópio vertical de uso específico desenvolvido totalmente para atender as demandas exigentes das pesquisas de eletrofisiologia. Nunca antes, um microscópio de eletrofisiologia permitiu que você investigasse as profundezas de seu espécime com tanta clareza e contraste. Isso acontece porque o microscópio de platina fixa FN1 possui um sistema óptico completamente redesenhado que inclui a primeira objetiva de imersão em água com correção de aberração induzida pela profundidade do mundo. A nova óptica oferece distâncias de trabalho mais longas, perfis mais finos, melhores ângulos de aproximação e imagens sem aberração nas regiões visível e infravermelha.

CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS

Design aberto que oferece o máximo em personalização

Open Design

Ao inserir um espaçador entre o corpo e o braço, você pode aumentar a altura do microscópio entre 10 a 30mm, para facilitar a observação de espécimes grandes. Além disso, o condensador, a sub-platina e a torre podem ser completamente removidas para liberar mais espaço, dependendo do objetivo do experimento.


Múltiplos recursos de redução de ruído

Noise Reduction Features

O FN1 possui um mecanismo LIGA/DESLIGA para a torre de filtro, o comutador de trajeto óptico, o comutador de ampliação e o comutador de filtro condensador, de modo e reduzir os ruídos associados com a vibração. Um novo suporte de cabos do CCD elimina o ruído de vibração proveniente de aparelhos de ar condicionado, portas ou janelas abertas. Novos pinos de aterramento para a lente objetiva, condensador mancais deslizantes das objetivas reduzem substancialmente o ruído elétrico.  O braço do microscópio foi mais empurrado para trás, permitindo que os usuários vejam e operem diretamente em cima do espécime. Além disso, um novo iluminador de fibra óptica por luz transmitida fornece uma iluminação brilhante porém fria aos espécimes vivos e elimina o ruído elétrico proveniente do microscópio.


Operação mais fácil

Streamlined Design

O botão de foco e o anel do diafragma de campo estão localizados na parte dianteira da base do microscópio e não existem cintas externas desajeitadas, de modo que a operação se torna fácil com uma platina fixa. O botão de focalização macrométrica/micrométrica fica localizado em ambos os lados direito e esquerdo e, portanto, pode ser operado com ambas as mãos. Um controle remoto opcional permite LIGAR/DESLIGAR e controlar a intensidade da luz da iluminação de fibra óptica a partir do lado externo da gaiola.


Troca segura e fácil da objetiva

Objective Changeover

As objetivas instaladas no revólver deslizante podem ser levantadas quando se muda de ampliação, o que evita que a objetiva colida com o manipulador ou com a câmara. A distância de retração é de 15mm, portanto até placas de vidro espesso ficam protegidas. O topo da lente pode ser mergulhado com facilidade (aproximadamente 1mm) em uma solução de banho, usando-se a alavanca para eliminar o risco de perturbar o espécime.


A primeira objetiva de imersão em água do mundo com correção de aberração induzida pela profundidade

A nova objetiva Plan 100xW (NA 1.1, W.D. 2,5mm) é a primeira lente de imersão em água do mundo com um anel de correção. Este anel corrige a aberração esférica induzida pela captura de imagens dentro de tecidos e pelas temperaturas fisiológicas, fornecendo uma resolução excepcional no eixo Z na imagens IR-DIC e uma função de ponto diferencial reduzido para aplicações confocal. Com transmissão de infravermelho (IR) excelente, esta lente é formidável na captura de imagens multifotônicas.


Poderosa lente objetiva de 16x

A nova objetiva CFI75 LWD 16x com NA de 0,80 exclusiva no mercado, possui uma distância de trabalho de 3.0mm e um ângulo de aproximação de manipulador de 45°. Esta combinação "campeã" de abertura numérica, distância de trabalho longa e ângulo de aproximação possibilita uma solução de lente única nas aplicações de eletrofisiologia. E, quando usada com a porta dupla de ampliação variável, permite que você explore as ampliações intermediárias entre 0,35x, 2x e 4x. Também é possível observar desde um campo amplo em baixa ampliação a um campo com alta resolução e alta ampliação apenas com a mesma objetiva de 16x.


As novas objetivas produzem imagens DIC IR ideais

FN1 Objectives

Um novo conjunto de objetivas fisiológicas de imersão em água foi desenvolvido para o FN1, com distâncias de trabalho mais longas de até 3,5mm; com perfis mais finos; com um ângulo de aproximação de 45 graus, permitindo acesso mais fácil para os posicionamentos da agulha do manipulador; com lentes com revestimento superficial especial que previne bolhas e com uma nova  correção de aberração cromática axial para captura de  imagens em comprimentos de onda que vão da região visível até perto da região infravermelha. Para possibilitar o uso de técnicas de contraste óptico de penetração profunda, foi adotada uma nova torre de seleção de comprimentos de onda de infravermelho, que permite a maior seleção de contraste nos modos de imagem visível, próximo ao infravermelho e DIC IR. Um novo condensador com distância de trabalho de 8,2 mm, usado nas técnicas DIC e de iluminação oblíqua, oferece uma operação livre de vibrações, e ambos a torre de filtros, o condensador e o corpo principal do FN1 são completamente vedados contra vazamentos de água.


Inserção fácil de microeletrodos

Objective Angle

O corpo simples e fino em forma de I não possui nenhuma protuberância além do botão de focalização e, portanto, sobra mais espaço na área de trabalho para seu experimento. Isto também permite um acesso melhor em torno do microscópio para o posicionamento dos manipuladores e outros periféricos. Com o ponto de visão 25mm abaixo dos modelos convencionais, pode-se trabalhar com grande conforto. As objetivas possuem uma distância de trabalho (WD) longa de 2,5 a 3,5mm (acima de 2,5mm mesmo em 60x ou 100x), que aproveita a distância parfocal de 60mm da óptica CFI60. Como existe um amplo espaço acima do espécime, podem ser inseridos microeletrodos com facilidade. Além disso, os diâmetros das objetivas são 17% menores em relação aos da lentes anteriores, e oferecem ângulos de aproximação mais abertos até 45º, o que facilita drasticamente o acesso dos microeletrodos ao espécime. A superfície da lente foi tratada para prevenir a fixação de bolhas.

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